segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Imagem relacionada
 o que vcs acham dessa imagem. ??? muito feia,pois é mas e uma realidade triste que alguns brasileiros vivenciam ;Marialuyza e Marcela
Ja fizemos uma postagem sobre quanto tempo o lixo demora para se decompor, no solo, agora falaremos sobre quanto tempo o lixo demora para se decompor na água:

Luvas de algodão – 5 meses
Jornal – 6 meses
Fralda descartável – 450 anos
Linha de nylon – 650 anos
Bóia de isopor – 80 anos
Garrafa Plástica – 450 anos
Vidro – tempo indeterminado
Lixo Radioativo – 250.000 anos
Lata de Alumínio – 200 anos
Caixa de Papelão – 2 meses
Pedaço de madeira pintada – 13 anos
Vamos nos conscientizar mais, é muito tempo que demora né galera?
Marcela;
Marialuyza



PROBLEMAS CAUSADOS PELO LIXO NA ÁGUA, SOLO E SAÚDE
Todos os dias os jornais noticiam deslizamentos de encostas, enchentes, assoreamento de mananciais, estragos na paisagem entre outros problemas que tem em comum a causa, na maior parte dos casos o lixo. Quando uma pessoa joga um mísero papel de bala na rua pode não imaginar tudo o que esse pequeno lixo pode ajudar a causar.
Não é de hoje que o lixo representa um problema maior do que podemos lidar e talvez ainda não tenhamos admitido isso. A grande questão de cuidar do acúmulo de lixo está em evitar os problemas causados pelo mesmo na água que consumimos todos os dias, no solo em que nossos alimentos são cultivados e por fim na sua saúde de ser humano.
Todo mundo pode fazer a sua parte para tentar diminuir o impacto do lixo na vida do ser humano. Conheça os principais problemas que ele pode causar e evite que o lixo seja o grande problema das gerações futuras.

Quando o Lixo Virou Problema
Quando a população do mundo começou a crescer  o lixo passou a ser um problema real. Não é a quantidade de pessoas no mundo o problema, mas sim o aumento do uso de materiais e resíduos não orgânicos e principalmente a forma como essas pessoas fazem o descarte desses materiais.
O lixo se tornou um grande problema e temos que saber como lidar com ele nesse novo momento em que a população cresceu assustadoramente. Apenas recolher e levar o lixo para os aterros não está resolvendo.
Podemos perceber que o lixo pode se tornar um problema ainda mais difícil de resolver para a humanidade se não soubermos como eliminá-lo. Não se pode jogar lixo nas ruas, pois isso ajuda a criar os acúmulos e causam inundações. A coleta seletiva é uma alternativa para tentar diminuir a quantidade de lixo que é produzida.
A questão do depósito de lixo feito de forma mais consciente e preocupada também pode ajudar a diminuir os problemas causados pelo lixo.

CADA UM É RESPONSÁVEL PELO SEU LIXO!!
CUIDE DO SEU LIXO!!

Pedro A. Matos e Matheus F. Rafaini
     

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Lixo na Água

PROBLEMAS QUE O LIXO NA ÁGUA CAUSA

Todos os dia nos jornais passa pelo menos uma notícia do lixo na água.Vou citar alguns problemas que o lixo na água causa.
  • Deslizamentos de encostas.
  • Enchentes.
  • assoreamento de mananciais.
  • Estragos na paisagem, entre outro problemas.
Mas quando uma pessoa joga um mísero papel de bala na rua pode não imaginar tudo o que esse pequeno lixo pode ajudar a causar.

E AQUI ESTA UMA IMAGEM MOSTRANDO A DECOMPOSIÇÃO DE ALGUNS LIXOS
 

Viviany

A POLUIÇÃO DAS ÁGUAS


A poluição da água 

 Poluição da água é a contaminação de água por elementos que podem ser nocivos ou prejudiciais ao organismo.
 O lançamento de efluentes industriais, agrícolas (pesticidas e fertilizantes químicos), de lixo e de esgoto doméstico são os principais responsáveis pela contaminação.
 Os esgotos domésticos são prejudiciais para o meio ambiente causando a eliminação de espécies.
 O lançamento de efluentes industriais, agrícolas (pesticidas e fertilizantes químicos), de lixo e de esgoto doméstico são os principais responsáveis pela poluição das águas.


 Assim no decorrer das épocas o lixo no esgoto aumentaram de 1999 a 2000
  • Andrew e Gabriel D. gomes

Lixo na Água





 O lixo que você joga na rua a maioria vai tudo para a água, no nordeste onde é  difícil ter coleta de lixo e a maioria vai para a água
E as pessoas ficam doentes por causa disso

Por Favor não joga lixo na água : )


Gabriel Prates e Danielle 7B

Filme - Poluição da água


O vídeo fala primeiro sobre a falta de água e o porquê isso ocorre...

Uma delas é o consumo excessivo de água: banho demorado, lavagem de carros com mangueira por muito tempo, deixar a torneira aberta enquanto escova os dentes, etc...  


Depois fala sobre a poluição dos rios, lagos e mares. Que também contribui para a falta de água, um grande problema que estamos enfrentando aqui no Brasil. 

https://drive.google.com/open?id=0B5Xd3BeVjheGSkJJVnN5VUJlLVk


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 Por Bruno e Vitória

Não jogue lixo na água

-



Em vários lugares do país pessoas ficam doentes e algumas até morrem por causa do lixo que ficam em terrenos baldios e com o tempo pode contaminar a água.
No nordeste principalmente, onde é muito difícil ter a coleta dos lixos,  podem chegar na água

Não jogue lixo ! (;

Guilherme, Lucas e Jhonata 7b
 Tempo de decomposição de alguns lixos: 
Viviany;
Marcela;
Marialuyza
DESPERDÍCIO DE ÁGUA:
Uma grande questão a ser discutida em relação à água é o desperdício. O poder público cobra caro nas contas de água e esgoto, pois os gastos de tratamento e bombeamento são altos. Existe também o impacto ambiental de estar retirando uma grande quantidade de água limpa dos recursos hídricos e devolvê-la suja na forma de esgotos.
No Brasil o desperdício de água chega a 70 % e nas residências temos até 78 % do consumo de água de uma residência sendo gasto no banheiro. Tudo isto pode mudar com simples mudanças de hábitos.
POLUIÇÃO DAS ÁGUAS:
Existe, na natureza, um equilíbrio biológico e químico entre todos os seres vivos. Neste sistema em equilíbrio os organismos produzem substâncias que são úteis para outros organismos e assim sucessivamente. A poluição vai existir toda vez que resíduos (sólidos, líquidos ou gasosos) produzidos por microorganismos, ou lançados pelo homem na natureza, forem superior à capacidade de absorção do meio ambiente, provocando alterações neste equilíbrio. A poluição é principalmente produzida pelo homem e está diretamente relacionada com os processos de industrialização e a conseqüente urbanização da humanidade. Os agentes poluentes são os mais variáveis possíveis e são capazes de alterar a água, o solo, o ar, etc.
As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle.
       A DURAÇÃO DO LIXO NA ÁGUA:

Luvas de algodão – 5 meses
Jornal – 6 meses
Fralda descartável – 450 anos
Linha de nylon – 650 anos
Bóia de isopor – 80 anos
Garrafa Plástica – 450 anos
Vidro – tempo indeterminado
Lixo Radioativo – 250.000 anos
Lata de Alumínio – 200 anos
Caixa de Papelão – 2 meses
Pedaço de madeira pintada – 13 anos
As tartarugas marinhas morrem asfixiadas ao comerem sacos plásticos jogados no mar. Você já havia pensado que ao jogar o lixo na praia ou no mar, o ser humano está comprometendo o futuro dos animais marinhos e também o seu próprio?
Todos esses lixos que são jogados nos mares e rios sujam nossas águas machucando e até matando peixes, golfinhos, tartarugas, entre muitos outros. O pior, é que muitas pessoas jogam lixo em qualquer lugar, sem saber o mal que estão fazendo aos outros, a si e aos seus descendentes. Por isso, quando você ver alguém jogando o lixo em lugar inadequado, lembre-o de que será muito melhor que nossos filhos recordem-se de nós pela nossa sabedoria, do que pelo lixo que deixamos de herança para eles.
VAI FALTAR ÁGUA NO MUNDO:
A vida emerge de uma fonte de água potável. Para o ser humano, H2O é líquido indispensável, que flui no corpo e mantém a boa saúde. Técnicos e cientistas do mundo inteiro fazem previsões nada animadoras em relação às principais fontes que abastecem os grandes centros urbanos. Desde a eco 92, no Rio de Janeiro, encontro sobre Águas, em Paris, cientistas e ambientalistas vêm fazendo alardes substanciosos para o problema. A ONU, no entanto, é mais enfática: “Em 2005 vai faltar água para dois terços da população mundial”. Hoje, em 70 regiões da África e Oriente Médio, pessoas já brigam por um pote de água. Estima-se que o ser humano consuma, para sua necessidade mínima, cerca de 2 mil metros cúbicos de água por ano. Nessas regiões, estimativas apontam a existência de apenas 500 metros cúbicos de água por pessoa/ano.
A depredação do meio ambiente aliada à ocupação irracional sobre os mananciais, onde a água brota, está transformando rios e reservatórios, estratégicos para a vida animal e vegetal, em canais de detritos industriais e domésticos. Apesar de parecer distante do problema e possuir a maior reserva de água do planeta – cerca de 8% de água doce disponível – o Brasil também sofre com a falta do líquido precioso. A situação mais grave é demonstrada no nordeste, quando milhares de pessoas morrem anualmente pela falta do principal combustível do corpo. Há um desrespeito sistemático das populações, dos empresários e do governo pela natureza. Para se ter uma idéia, dos 12 mil lixões existentes no Brasil, 63% está instalada na beira de rios e mananciais. A escassez mundial e do Nordeste, embora pareça distante, atinge também os povoados do Paraná (estado brasileiro). A deterioração dos mananciais que abastecem principais cidades, em razão da ocupação imobiliária, do planejamento urbano sem visão estratégica e do desenvolvimento industrial sem planejamento, está fulminando as fontes de abastecimento de água. O desrespeito às leis e ao bom-senso são fatores determinantes, que levam à construção de prédios industriais às margens dos rios, prejudicando o sistema de abastecimento de água das cidades.
Em Curitiba, onde existe a maior concentração de população do estado do Paraná, a Sanepar (Empresa de Saneamento do Estado do Paraná) trabalha no limite do abastecimento, estudando fórmulas de se retirar água de lugares mais difíceis: rios distantes e mananciais subterrâneos. Na verdade, o ser humano ainda não se apercebeu que sua ação intensiva contra a natureza tornou-se um fato perigoso, que está afetando todos os viventes da Mãe Terra, plantas e animais. Ele parece não entender que a movimentação das águas que saem da fonte, que formam o pequeno riacho, caem nos grandes rios e acabam se infiltrando nos mananciais subterrâneos. E também chegam aos mares e aos pólos.
CURIOSIDADES:
• Você se importa com a qualidade da água que consome? Saiba que 80% dos leitos hospitalares, nos paises em desenvolvimento, são ocupados por pacientes acometidos por doenças de veiculação hídrica.
• Porque sentimos sede? A água que temos em nosso organismo, possui uma enorme quantidade de sódio dissolvido. Quando perdemos líquido pela urina, pelo suor ou ainda na forma de vapor, pela respiração; aumenta a concentração desse mineral no sangue. O cérebro, ao notar o excesso de sódio, estimula a produção de certos hormônios, pela glândula hipófise, q ue desencadeiam a inconfundível e desagradável sensação de sede.
• Quantos litros de água por dia? 100 anos antes de Cristo, um homem consumia 12 litros de água por dia para satisfazer as suas necessidades. O homem romano aumentou esse consumo para 20 litros diários, e, no século XIX o homem passou a consumir 40 litros, nas cidades pequenas, e 60 litros/dia, nas cidades grandes. Já no século XX, o homem moderno chega a consumir 800 litros de água por dia, para atender as suas necessidades… Chega a gastar 50 litros de água somente numa rápida ducha de 3 minutos!
• Para se produzir um barril de boa cerveja, é necessário à utilização de 1800 litros de água; ou 2000 litros para cada tonelada de sabão… Entretanto isso não é nada, comparado ao consumo de 250.000 litros, usados na produção de uma tonelada de aço. Um milhão de litros de água são gastos para se produzir mil quilos de papel, e 2.750.000 litros para se produzir mil quilos de borracha!
• Você sabia que o Musaranho é o menor dos mamíferos? Ele mede até 10 cm (alguns não passam de 2,5 cm) e pesa cerca de 15 gramas! Mas ataca e devora animais que tem o dobro do seu tamanho e come de 3 em 3 horas o equivalente ao seu próprio peso. Algumas espécies praticamente não dormem para não parar de comer. Ao nascer é menor que uma abelha e vive de um a dois anos. Seu coração bate 1200 vezes por minuto.
A criatura mais pesada do mar, a baleia-azul, chega a pesar 140 toneladas e é vinte vezes mais pesada do que a maior criatura terrestre, o elefante africano.


O lixo na água

                                        Titulo: O lixo na água 

  A água pode ser contaminada de muitas maneiras: 
- pela acumulação de lixos e detritos junto de fontes, poços e cursos de água;
- pelos esgotos domésticos que aldeias, vilas e cidades lançam nos rios ou nos mares;
P_rio.jpg
- pelos resíduos tóxicos que algumas fábricas lançam nos rios;
- pelos produtos químicos que os agricultores utilizam para combater as doenças das suas plantas, e que as águas das chuvas arrastam para os rios e para os lençóis de água existentes no subsolo;
- pela lavagem clandestina, ou seja, não autorizada, de barcos no alto mar, que largam combustível;
- pelos resíduos nucleares radioactivos, depositados no fundo do mar;
- pelos naufrágios dos petroleiros, ou seja, acidentes que causam o derrame de milhares de toneladas de petróleo, sujando as águas e a costa e matam toda a vida marinha – as chamadas marés negras
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A poluição das águas tem sido um problema para a nossa sociedade, e é tempo de por fim a todo o custo este assunto. Nestes últimos anos o governo tem tentado ensibilizar a opinião pública para esta situação que tem vindo a agravar-se devido há falta de fundos. Também as indústrias, que cada vez fazem mais poluição sem qualquer medida proteccionista contribuem fortemente para o problema sem qualquer multa por parte do Governo.
Nós neste trabalho vamos falar nas formas de poluição aquática no mundo e e no Brasil. Também vamos falar dos poluentes da água e os seus perigos para a sociedade. Durante um longo período de tempo, a introdução dos poluentes nos oceanos poderá conduzir a uma acumulação de substâncias tóxicas, a longo prazo, disseminando mortandade e contaminação de seres vivos do oceano.
Uma vez chegado a isto, não há hipótese de voltar atrás mas não vamos deixar que isto se alastre para causas muito piores do que aquelas que já existem por isso contamos com a colaboração de toda a sociedade e começar a sensibilizar a sociedade escolar, ou seja, mais os alunos que serão o futuro de amanha para não continuarem a poluir como os nossos antepassados poluíram.
A maior parte dos poluentes atmosféricos reage com o vapor de água na atmosfera e volta à superfície sob a forma de chuvas, contaminando, pela absorção do solo, os lençóis subterrâneos. Nas cidades e regiões agrícolas são lançados diariamente cerca de 10 bilhões de litros de esgoto que poluem rios, lagos, lençóis subterrâneos e áreas de mananciais.
Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nos rios, além do lixo dos centros industriais e urbanos localizados no litoral.
O excesso de material orgânico no mar leva à proliferação descontrolada de microrganismos, que acabam por formar as chamadas "marés vermelhas" - que matam peixes e deixam os frutos do mar impróprios para o consumo do homem. Anualmente 1 milhão de toneladas de óleo se espalham pela superfície dos oceanos, formando uma camada compacta que demora para ser absorvida.
Desde há muito que os peritos marinhos e aquáticos argumentam que todos os novos compostos introduzidos no nosso mar e rios deveriam ser considerados potencialmente letais. Eis um testemunho desses peritos:
"No dia seguinte navegávamos sob vento fraco através de um oceano onde a água límpida estava cheia de massas flutuantes e negras de alcatrão, aparentemente sem fim… O Atlântico já não era azul, mas sim cinzento esverdeado e opaco, coberto de coágulos de petróleo que variavam de tamanho, desde a cabeça de um alfinete até às dimensões de uma sanduíche. No meio do lixo, flutuavam garrafas de plástico.
Poderíamos estar num sujo porto citadino… Tornou-se claro para nós que a humanidade estava realmente a poluir a sua mais vital nascente, o indispensável filtro do nosso planeta, o oceano."
Parte da poluição é muito visível: rios espumosos, um brilho oleoso à superfície de um lago, cursos de água atulhados de lixo doméstico (como é o caso do nosso rio Douro). Mas grande parte é invisível. Lagos afectados pelas chuvas ácidas podem ainda parecer muito bonitos mas sem vida.
Infelizmente a agressão ao nosso ambiente aquático não acaba aqui. Nos mares, lagos e rios existe uma enorme diversidade de espécies diferentes muitas das quais fornecem à humanidade muita comida nutritiva. Não existiam ameaças a esta fonte de alimentos antes do séc. XIX. Quando navios maiores e técnicas piscatórias mais eficientes, começaram a provocar um sério desgaste nas populações reprodutoras. Desde a baleia de oceano até ao mais pequeno crustáceo de água doce tem sido dizimado pelo Homem.
A difusão de lixo marítimo de pólo a pólo torna necessária uma vigilância internacional.
Os navios que derramam impunemente petróleo e poluentes químicos na água dos oceanos. Mas embora as descargas e derrames de petróleo no alto mar tenham efeitos locais importantes, estas águas encontram-se livres dos piores efeitos da poluição.
As principais áreas de preocupação são as que se encontram próximo de terra e de aglomerados humanos. É aqui que a poluição se concentra, é também aqui que se encontra a maioria de vida marinha, nas plataformas continentais.
O lixo da sociedade tornou-se uma praga para a vida marinha. As tartarugas marinhas e as baleias ingerem sacos de plástico, que tomam por medusas, provocando-lhe a morte por asfixia. Uma vez, encontrou-se um cachalote com 50 sacos de plásticos entalados na garganta. As aves marinhas ingerem pequenas bolas de polietileno que flutuam à superfície do mar; as aves sentem-se fartas e isso impede-as de se alimentarem adequadamente. Não conseguem engordar e, assim, a sua aptidão para sobreviverem é reduzida.
Nas ilhas Aleutas, no Pacífico Norte, a população de focas tem diminuído 10%, não devido à caça ou à diminuição das reservas de peixes, mas por serem apanhadas por precintas plásticos de embalagem e por tiras plásticas que mantêm unidas as latas de bebidas. Anualmente, um milhão e meio de quilômetros de redes de pesca, de "nylon" (conhecidas por "a cortina da morte"), são lançadas ao mar e cerca de 100 quilômetros de rede acabem por perder-se. Essas "redes - fantasmas" continuam a pescar, sem governo. Capturam e provocam o afogamento de tartarugas marinhas, focas, aves marinhas, golfinhos e baleias. A partir de finais de 1988, deverá ter entrado em vigor um tratado internacional que tornará ilegal o despejo de matérias plásticas ou redes de "nylon" no mar.
A poluição das águas fluviais são, hoje, constantemente agredidas pelo excesso de poluentes derramados e despejados destas águas. Os constantes despejos de esgotos das fábricas e dos centros urbanos estão carregados de substâncias que podem constituir causa séria de poluição como por exemplo: ovos de parasitas, fungos, bactérias, e vírus que ocasionam doenças como tifo, tuberculose, hepatite e cólera.
A poluição marinha se dá principalmente pelo derramamento de petróleo em caso de vazamentos e acidentes com petroleiros.
As grandes formas de poluição aquática
Esgotos pluviais e escoamento urbano - Escoamento de superfícies impermeáveis incluindo ruas, edifícios e outras áreas pavimentadas para esgotos ou tubos antes de descarregarem para águas superficiais.
Industrial
Fábricas de polpa e de papel, fábricas de químicos, fábricas de têxteis, fábricas de produtos alimentares…
Agrícola
Excesso de fertilizantes que vão infiltrar-se no solo e poluir os lençóis de água subterrâneos e por sua vez os rios ou ribeiros onde estes vão dar Extração de recursos Minas… - Modificações hidrológicas Canalizações, construção de barragens…
Fonte: www.ecoambiental.com.br
Poluição da Água
Uma forma comum de poluição das águas é causada pelo lançamento de dejetos humanos nos rios, lagos e mares. Sendo constituídos de matéria orgânica, esses resíduos levam ao aumento da quantidade de nutrientes disponíveis no ambiente, fenômeno denominado eutroficação (do grego eu, bem, bom, e trofos, nutrição). A eutroficação permite grande proliferação de bactérias aeróbicas, que consomem rapidamente todo o oxigênio existente na água. Como conseqüência, a maioria das formas de vida acaba por morrer, inclusive as próprias bactérias. Devido à eutroficação por esgotos humanos, os rios que banham as grandes cidades do mundo tiveram sua flora e fauna destruídas, tornando-se esgotos a céu aberto. O lançamento de esgotos nos rios acarreta, ainda, a propagação de doenças causadas por vermes, bactérias e vírus.
Marés vermelhas
Em alguns casos, a eutroficação pode levar à grande proliferação de dinoflagelados (protistas fotossintetizantes), causando o fenômeno conhecido como maté vermelha, devido à coloração que os dinoflagelados conferem à água. As marés vermelhas causam a morte de milhares de peixes, principalmente porque os dinoflagelados competem com eles pelo oxigênio, além de liberarem substâncias tóxicas na água.
Reaproveitamento dos esgotos
A melhor solução para o problema dos esgotos é seu reaproveitamento. Eles devem ser tratados de modo que os microorganismos sejam mortos, e as impurezas, eliminadas. A água proveniente de esgotos, uma vez removidas as impurezas, pode ser reaproveitada. Os resíduos semi-sólidos, resultantes do tratamento dos esgotos, podem ser utilizados como fertilizantes, enquanto o gás metano, produzido pela putrefação da matéria orgânica, pode ser utilizado como combustível.
O problema dos resíduos industriais e agrícolas
O lançamento de resíduos industriais nas águas e nos solos constitui um sério problema ecológico. Substâncias poluentes, como detergentes, ácido sulfúrico e amônia, envenenam os rios onde são lançados, causando a morte de muitas espécies da comunidade aquática. Outras formas de poulição se caracterizam pelas queimadas e lixo em locais indevidos.Veja as figuras:
Poluição por mercúrio
Um problema que vem atingindo proporções preocupantes em certas regiões brasileiras, particularmente na Amazônia, é o da poluição dos rios pelo mercúrio. Esse metal é utilizado pelos garimpeiros para a separação de ouro de minério bruto. Grandes quantidades de mercúrio, lançadas nas águas dos rios que servem para a lavagem do minério, envenenam e matam diversas formas de vida. Peixes envenenados pelo metal, se consumidos pelo homem. Podem causar sérios danos ao sistema nervoso.
Poluição por fertilizantes e agrotóxicos
O desenvolvimento da agricultura também tem contribuído para a poluição do solo e das águas. Fertilizantes sintéticos e agrotóxicos (inseticidas, fungicidas e herbicidas), usados em quantidades abusivas nas lavouras, poluem o solo e as águas dos rios, onde intoxicam e matam diversos seres vivos dos ecossistemas.
Concentração de inseticidas nas cadeias alimentares
Desde a década de 1940, alguns inseticidas do grupo dos organoclorados, tem sido amplamente utilizados na lavoura.Absorvido pela pele ou nos alimentos, o acúmulo de DDT no organismo humano está relacionado com doenças do fígado, como a cirrose e o câncer. O uso indiscriminado e descontrolado do DDT fez com que o leite humano, em algumas regiões dos EUA chegasse a apresentar mais inseticida do que o permitido por lei no leite de vaca. O DDT, além de outros inseticidas e poluentes, possui a capacidade de se concentrar em organismos.
Ostras, por exemplo, que obtêm alimento por filtração da água, podem acumular quantidades enormes de inseticida em seus corpos, concentrando-o até cerca de 70 mil vezes. Se forem consumidas por animais ou pelo homem, podem causar intoxicação e morte. Em determinados ecossistemas, o DDT é absorvido pelos produtores e consumidores primários, passando para os consumidores secundários, e assim por diante. Como cada organismo de um nível trófico superior geralmente como diversos organismos do nível inferior, o DDT tende a se concentrar nos níveis superiores.
Degradação ambiental A superfície da Terra está em constante processo de transformação e, ao longo de seus 4,5 bilhões de anos, o planeta registra drásticas alterações ambientais. Há milhões de anos, a área do atual deserto do Saara, por exemplo, era ocupada por uma grande floresta e os terrenos que hoje abrigam a floresta amazônica pertenciam ao fundo do mar. As rupturas na crosta terrestre e a deriva dos continentes mudam a posição destes ao longo de milênios. Em conseqüência, seus climas passam por grandes transformações. As quatro glaciações já registradas – quando as calotas polares avançam sobre as regiões temperadas – fazem a temperatura média do planeta cair vários graus.
Essas mudanças, no entanto, são provocadas por fenômenos geológicos e climáticos e podem ser medidas em milhões e até centenas de milhões de anos. Com o surgimento do homem na face da Terra, o ritmo de mudanças acelera-se. AGENTES DO DESEQUILÍBRIO : A escalada do progresso técnico humano pode ser medida pelo seu poder de controlar e transformar a natureza. Quanto mais rápido o desenvolvimento tecnológico, maior o ritmo de alterações provocadas no meio ambiente. Cada nova fonte de energia dominada pelo homem produz determinado tipo de desequilíbrio ecológico e de poluição. A invenção da máquina a vapor, por exemplo, aumenta a procura pelo carvão e acelera o ritmo de desmatamento.
A destilação do petróleo multiplica a emissão de gás carbônico e outros gases na atmosfera. Com a petroquímica, surgem novas matérias-primas e substâncias não-biodegradáveis, como alguns plásticos. Crescimento populacional – O aumento da população mundial ao longo da história exige áreas cada vez maiores para a produção de alimentos e técnicas de cultivo que aumentem a produtividade da terra. Florestas cedem lugar a lavouras e criações, espécies animais e vegetais são domesticadas, muitas extintas e outras, ao perderem seus predadores naturais, multiplicam-se aceleradamente. Produtos químicos não-biodegradáveis, usados para aumentar a produtividade e evitar predadores nas lavouras, matam microrganismos decompositores, insetos e aves, reduzem a fertilidade da terra, poluem os rios e águas subterrâneas e contaminam os alimentos.
A urbanização multiplica esses fatores de desequilíbrio. A grande cidade usa os recursos naturais em escala concentrada, quebra as cadeias naturais de reprodução desses recursos e reduz a capacidade da natureza de construir novas situações de equilíbrio. Economia do desperdício – O estilo de desenvolvimento econômico atual estimula o desperdício. Automóveis, eletrodomésticos, roupas e demais utilidades são planejados para durar pouco. O apelo ao consumo multiplica a extração de recursos naturais: embalagens sofisticadas e produtos descartáveis não-recicláveis nem biodegradáveis aumentam a quantidade de lixo no meio ambiente.
A diferença de riqueza entre as nações contribui para o desequilíbrio ambiental. Nos países pobres, o ritmo de crescimento demográfico e de urbanização não é acompanhado pela expansão da infra-estrutura, principalmente da rede de saneamento básico. Uma boa parcela dos dejetos humanos e do lixo urbano e industrial é lançada sem tratamento na atmosfera, nas águas ou no solo.
A necessidade de aumentar as exportações para sustentar o desenvolvimento interno estimula tanto a extração dos recursos minerais como a expansão da agricultura sobre novas áreas. Cresce o desmatamento e a superexploração da terra. Lixo – Acúmulo de detritos domésticos e industriais não-biodegradáveis na atmosfera, no solo, subsolo e nas águas continentais e marítimas provoca danos ao meio ambiente e doenças nos seres humanos. As substâncias não-biodegradáveis estão presentes em plásticos, produtos de limpeza, tintas e solventes, pesticidas e componentes de produtos eletroeletrônicos.
As fraldas descartáveis demoram mais de cinqüenta anos para se decompor, e os plásticos levam de quatro a cinco séculos. Ao longo do tempo, os mares, oceanos e manguezais vêm servindo de depósito para esses resíduos. Resíduos radiativos – Entre todas as formas de lixo, os resíduos radiativos são os mais perigosos. Substâncias radiativas são usadas como combustível em usinas atômicas de geração de energia elétrica, em motores de submarinos nucleares e em equipamentos médico-hospitalares. Mesmo depois de esgotarem sua capacidade como combustível, não podem ser destruídas e permanecem em atividade durante milhares e até milhões de anos. Despejos no mar e na atmosfera são proibidos desde 1983, mas até hoje não existem formas absolutamente seguras de armazenar essas substâncias. As mais recomendadas são tambores ou recipientes impermeáveis de concreto, à prova de radiação, que devem ser enterrados em áreas geologicamente estáveis.
Essas precauções, no entanto, nem sempre são cumpridas e os vazamentos são freqüentes. Em contato com o meio ambiente, as substâncias radiativas interferem diretamente nos átomos e moléculas que formam os tecidos vivos, provocam alterações genéticas e câncer. Ameaça nuclear – Atualmente existem mais de quatrocentas usinas nucleares em operação no mundo – a maioria no Reino Unido, EUA, França e Leste europeu. Vazamentos ou explosões nos reatores por falhas em seus sistemas de segurança provocam graves acidentes nucleares. O primeiro deles, na usina russa de Tcheliabínski, em setembro de 1957, contamina cerca de 270 mil pessoas.
O mais grave, em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, deixa mais de trinta mortos, centenas de feridos e forma uma nuvem radiativa que se espalha por toda a Europa. O número de pessoas contaminadas é incalculável. No Brasil, um vazamento na Usina de Angra I, no Rio de Janeiro, contamina dois técnicos. Mas o pior acidente com substâncias radiativas registrado no país ocorre em Goiânia, em 1987: o Instituto Goiano de Radioterapia abandona uma cápsula com isótopo de césio-137, usada em equipamento radiológico. Encontrada e aberta por sucateiros, em pouco tempo provoca a morte de quatro pessoas e a contaminação de duzentas. Submarinos nucleares afundados durante a 2a Guerra Mundial também constituem grave ameaça.
O mar Báltico é uma das regiões do planeta que mais concentram esse tipo de sucata. DESERTIFICAÇÃO: Desertificação é o empobrecimento dos ecossistemas áridos, semi-áridos e subúmidos em virtude de atividades humanas predatórias e, em menor grau, de mudanças naturais. Atualmente, 34% (49.384.500 km²) das terras emersas do planeta são propensas à desertificação. As áreas mais afetadas são o oeste da América do Sul, o Nordeste do Brasil, o norte e o sul da África, o Oriente Médio, a Ásia Central, a Austrália e o sudoeste dos Estados Unidos. Desde a primeira Conferência Mundial sobre Desertificação, no Quênia, em 1977, os cientistas têm mostrado que o aumento das regiões áridas do mundo não decorre somente da progressão natural dos desertos , em geral resultado de alterações climáticas e fenômenos tectônicos ao longo de milhares de anos.
Esse alastramento vem sendo provocado principalmente pelo homem, por meio do desmatamento de extensas áreas de floresta; da agropecuária predatória, que emprega técnicas inadequadas de cultivo e pastoreio; e de alguns tipos de mineração, como a extração dos cristais de rocha, que removem a camada superficial do solo. Essas atividades levam à diminuição da cobertura vegetal, ao surgimento de dunas, ao esgotamento dos solos, à perda de água do subsolo, à erosão e ao assoreamento dos rios e lagos. E o problema é agravado pelo efeito estufa , pela chuva ácida e pelo buraco na camada de ozônio. Quando o solo se desertifica, as populações buscam outras terras, onde repetem os mesmos erros cometidos anteriormente. Com isso criam novas áreas desertificadas, num ciclo contínuo. A conseqüência é a migração, que acaba formando cinturões de pobreza ao redor dos centros urbanos.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem atualmente 500 milhões de refugiados ecológicos em todo o mundo, número que deve dobrar até o final da década. Esses refugiados foram obrigados a abandonar suas terras devido à degradação ambiental. A desertificação, a longo prazo, poderá causar uma diminuição drástica das terras férteis, o que, aliado ao aumento da demanda por alimentos, pode levar a um aumento da fome no mundo. Para evitar que isso ocorra, é necessário conter o avanço dos desertos com medidas como o reflorestamento, o controle do movimento das dunas e a rotação de culturas. É possível também controlar a erosão com o plantio em terraços e curvas de nível nos terrenos inclinados e o cultivo direto sobre os restos da cultura anterior, evitando a exposição do solo ao sol, à chuva e ao vento. RECICLAGEM É o processo de transformação de materiais usados em novos produtos.
A reciclagem é empregada na recuperação de uma parte do lixo sólido. Os objetos mais comuns são o papel, latas de alumínio e aço, vidro, plástico e restos de jardim. Uma vez reciclados, esses materiais são reaproveitados, podendo ser encontrados em produtos como livros, fitas de áudio e vídeo, lâmpadas fluorescentes, concreto, bicicletas, baterias e pneus de automóvel. O gerenciamento do lixo sólido por meio da reciclagem, além de ajudar na preservação dos recursos primários existentes na natureza, permite a redução do volume do lixo e a diminuição da poluição do ar e da água. Traz também economia de energia e de água na produção. O papel reciclado, por exemplo, requer cerca de 74% a menos de energia e 50% a menos de água do que o papel obtido de madeira virgem. Por outro lado, a reciclagem pode contribuir para a poluição do ar e da água se os produtos químicos empregados no reprocessamento dos materiais não forem usados de forma apropriada. Os países industrializados são os que mais produzem lixo e também os que mais reciclam.


O Japão reutiliza 50% do seu lixo sólido. Neste país, um dos mais engajados em questões de preservação ambiental, são comuns diversos tipos de reciclagem, como o reaproveitamento da água do chuveiro na privada. Já a Europa Ocidental recupera 30% de seu lixo e os Estados Unidos reciclam 11%. Nesse país, a produção de lixo por pessoa é o dobro da de qualquer outro país: em média 1,5 kg por dia. No final de um ano são 10 bilhões de toneladas de lixo. Nova York é a cidade que mais produz lixo no mundo: uma média diária de 13.000 t. O Brasil e os EUA lideram a reciclagem de latas: reaproveitam cerca de 60% das latas produzidas.
Todos sabem que a cada dia a degradação de nosso planeta só aumenta a cada dia, chega a ser notícia antiga a respeito da poluição dos rios e mares, desmatamento das selvas, contaminação das terras agrícolas, poluição do ar entre outras. Atualmente por conta do descaso humano para com a natureza, a falta de maiores incentivos a reciclagem e até mesmo ignorância por parte de determinadas pessoas entramos num caminho já considerado sem volta, a poluição e consumo são muito superiores a regeneração do planeta somada a nossa capacidade de reciclar nossos próprios resíduos. Esporadicamente governos de determinados países se reúnem a discutir o que poderá ser feito a minimizar a poluição global, que a vista de muitos ambientalistas é apenas uma fachada para iludir a população já que as medidas tomadas não satisfazem totalmente os seus interesses a construção de uma sociedade mais consciente e mais preocupada com o meio ambiente, a exemplo a Rio +20.
Percebe-se que a cada nova geração uma preocupação tente a crescer a preservação de nossos ecossistemas em geral assim como a água, uma fonte renovável que a cada dia está sendo mais valorizada e respeitada, aproximadamente 1% de nossas fontes de água mundiais são próprias ao consumo e através da poluição dos afluentes este número reduz drasticamente a cada ano, não podemos deixar a responsabilidade de cuidar de nosso planeta as próximas gerações pois somos mais do que responsáveis ao que está acontecendo atualmente.
Nas grandes e até mesmo nas pequenas cidades ao observarmos o que está a nossa volta sempre será visível lixo em determinadas áreas, que posteriormente é levado a algum outro lugar de maneira correta, como aterros sanitários, ou de maneira clandestina, a exemplo do lixo despejado em encostas e canais, medida esta que aparenta ser mais fácil e acessível a população acaba sendo uma fonte poluidora tanto dos afluentes como de sua própria saúde. O lixo jogado de maneira criminosa não somente por uma comunidade, mas também através das indústrias preocupa aos ambientalistas e os cidadãos mais conscientes dos resultados em que podem gerar tais consequências, sempre em épocas chuvosas a mesma parcela da população que despeja lixo em canais e/ou rios é a diretamente atingida por alagamentos doenças transmitidas pela água contaminada como a disenteria, uma infecção do intestino grosso que provoca normalmente fortes dores abdominais, a malária transmitida pelo mosquito Anophelesa qual mata cerca de 3 milhões de pessoas ao ano, a dengue uma espécie de virose transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti entre outras.
Não podemos nos conter apenas na contaminação realizada pela população em geral já que o uso doméstico é responsável apenas por 10% do consumo médio da água sendo as indústrias 25% e a agricultura 65%, a poluição obtida através das fabricas chega a ser ainda mais devastadora, segundo uma pesquisa do jornal britânico Gardian as indústrias poluem mais do que os carros sendo até o momento a maior delas a empresa EON UK, uma empresa de energia elétrica e produção de gás que produziu ano passado cerca de 26,4 toneladas de dióxido de carbono, um volume maior do que produzido por um país como a Croácia, em relação a contaminação aos afluentes as indústrias que realizam esta prática por despejarem constantemente produtos muito concentrados acabam por mudar totalmente as características da água em grandes quantidades e em um menor tempo.
A agroindústria por consumir mais da metade da água disponível ao consumo não fica atrás em termos de grandes poluidores, através do uso de agrotóxicos para um maior aproveitamento do solo acabam sendo absorvidos e levados através da irrigação pelos lençóis freáticos o contaminando. Segundo pesquisa “O Estado Real das Águas no Brasil – 2003/2004” elaborada pela Defensoria da Água formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Cáritas, a Conferencia Nacional dos Bispos no Brasil (CNBB) e o Ministério Público Federal, apontam a agroindústria e a indústria responsáveis por 90% da água consumida o país devolvendo-a inteiramente contaminada ao meio ambiente.
“O desperdício da água em uso doméstico é superestimado” diz Leonardo Morelli secretário geral da Defensoria da Água, como no Brasil cerca de 70% da água consumida é feita pela agroindústria, 20% pelas fábricas sobram apenas 10% a serem utilizados aos demais usos incluindo o humano, e quanto maior a parcela de consumo maior o nível de poluição abrangente prejudicando cada vez mais a saúde da população, da fauna e flora em geral acarretando a infertilidade do solo, extinção de diversos animais proliferação de diversas doenças.